Barco Viking... Playcenter? Não! Brasil x Noruega...

Na década de 1980, São Paulo contava com um parque de diversões completo e muito procurado por várias famílias, tanto aqui residentes, quanto de outras cidades. Era o Playcenter! E dentre as suas atrações que permaneceram na memória de todos nós, constava o emocionante Barco Viking. Construído com um par de colunas em "V" invertido com um barco afixado em uma estrutura central superior. Trata-se de uma espécie de pêndulo que proporcionava inclinações de até 90 graus...


Existe uma versão atual da barca em funcionamento no parque temático Hopi Hari, batizada com o nome Vula Viking...

O fato é que este preâmbulo anuncia o mais novo desafio no caminho de nós, brasileiros, para a conquista da Copa do Mundo de 2026. Sim, nosso rival será a Noruega, terra em que a palavra Viking esteve presente, especialmente em uma era de mesmo nome, que vigorou entre os séculos VIII a XI. Diferentemente do imaginário popular, boa parte dos vikings tinha como especialidade a agricultura, não a "arte da guerra", pelo cultivo principalmente de cevada, repolho e nabo. Para além da Noruega, eles habitavam outros países da Escandinávia, como a Dinamarca e a Finlândia e por meio também da joalheria, mostravam seus vínculos religiosos.


Pois bem. Nosso adversário do próximo domingo, a Noruega (Norge), vem utilizando-se do repertório viking no aspecto das chamadas remadas (Viking Row), para celebrar seus feitos e também como elemento de incentivo da torcida para com os jogadores. Inclusive, em algumas vitórias, jogadores como Martin Odegaard, comandaram, de dentro do campo, este movimento coordenado..


Isso reproduz o que ocorria nos grandes navios vikings, os chamados "Drakkar", pois constituíam-se de movimentos coordenados, objetivando muitas vezes otimizar a propulsão, dado que em alto-mar comumente as velas eram usadas para esta finalidade. A remada tinha como propósito (geralmente) auxiliar na travessia de rios e fiordes e oferecer propulsão adicional em caso de necessidade estratégica. 


Pois bem, a pergunta que fica é? Será que essa remada vai dar Samba? Esperamos que sim, neste próximo Brasil x Noruega...


Até a próxima postagem, pessoal!

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