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Oscar Schmidt (1958 - 2026)

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Sempre gostei de esporte, especialmente futebol e modalidades olímpicas. Quando menor, na fase da adolescência, eu acompanhava as temporadas da NBA na Bandeirantes, tendo oportunidade de ver jogadas maravilhosas na quadra, das equipes que à época contavam com nomes como Magic Johnson, Michael Jordan, John Stockton, Karl Malone, Shaquile O'Neal, Kobe Briant, dentre outras estrelas. Apesar de simpatizar com o Boston Celtics, nesta época a grande rivalidade reunia o Los Angeles Lakers e o Chicago Bulls, liderados respectivamente por Magic Johnson e o Michael Jordan. Era espetacular presenciar as acrobacias de Jordan e a liderança de Johson, em duelos por títulos que são memoráveis. Porém, nenhum deles supera a admiração e respeito que tenho por Oscar Schmidt. E na memória tenho bem claro a partida da final dos Jogos Pamamericanos de 1987. Sempre o basquete dos EUA foi considerado favorito para ganhar a medalha de ouro e o próprio Oscar, em diversas entrevistas, já tinha a expectativa ...

Alô... Quem Fala? - É o... Telefone (150 Anos Depois)

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Alô... quem está falando? Bem, aqui é o humilde escritor desta postagem, que constantemente deseja ser "atendido" por mais e mais leitores. Também almeja a sua participação, seus comentários, suas sugestões, tal como um aparelho telefônico age como a ponte entre emissor e receptor na comunicação.  No dia 10 de março de 1876, Alexander Graham Bell realizou o primeiro telefonema da história, a partir de Boston, para seu assistente chamado Thomas Watson, dado asas à disseminação de um invento revolucionário e fundamental para o desenvolvimento humano.  O aparelho era feito de madeira e metal, com um receptor e transmissor conectados por fios. Em junho do mesmo ano, Dom Pedro II, Imperador brasileiro, participou de um evento denominado Exposição Internacional Centenária, na Filadélfia (EUA), e ali, além de deparar-se com invenções como a lâmpada elétrica e o Ketchup Heinz,, passou pelo estande no qual encontrava-se Bell. Daí experimentou a "gerinconça", tomando uma dist...

Os Eternos "Chuchuzinhos" - 30 Anos sem Mamonas Assassinas...

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Já são trinta anos, mas parece que foi ontem. Em 02 de março de 1996, o Brasil viveu um dia muito triste, pelo falecimento de Dinho, Sérgio Reoli, Júlio Rasec, Bento Hinoto e Samuel Reoli. Estes caras eram os membros da banda Mamonas Assassinas, formada em 1995 na cidade de Guarulhos, grande São Paulo.  Época em que a TV experimentou uma "libertinagem". Sim, podemos definir a palavra desta forma porque muito do que era exibido realmente mostrava o escrachado. Inclusive a Brasília Amarela até hoje está em voga, como símbolo não apenas de uma das canções deles, mas também do brega, tão presente nas melodias da banda.  Outrora grupo "Utopia", do Parque Cecap, a predileção do público não somente se dava pelas músicas tocadas nos chamados "Showmícios", mas também pelas imitações do líder, o vocalista Dinho. A irreverência, que à primeira vista seria mais "digerível" por um público adulto, devido ao uso de palavrões e outros termos, acabou caindo nas g...

Dennis Carvalho (1947-2026)

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Boa noite a todos.  Um dos grandes diretores e atores de nossa geração, Dennis Carvalho, faleceu no dia de hoje, aos 78 anos de idade, no Rio de Janeiro.  Na década de 1970, atuou em "Roque Santeiro", novela que foi censurada na ocasião, desempenhando o papel de Roberto Mathias. Na mesma década, também podemos destacar suas atuações em "Pecado Capital" e na série "Malu Mulher". Na vida pessoal, ele foi casado com Christiane Torloni, Tássia Camargo e Deborah Evelyn. Deixa 3 filhos.  Dentre os mais notórios trabalhos como diretor, tivemos as novelas “Selva de Pedra”, “Vale Tudo”, “Fera Ferida”, “Explode Coração”, “O Cravo e a Rosa” e “Babilônia”. Inclusive, no caso de "Vale Tudo", a trama praticamente parou o país com a pergunta: "quem matou Odete Roitman?". À época, na versão de 1988, foi desvendado que Leila (interpretada por Cássia Kiss), foi a assassina.  Certamente deixará saudades.  Até a próxima postagem, pessoal!

Rush Em Cinco Canções Que Marcam Meus Pensamentos....

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Uma imagem vale por mil palavras, mas acredito também numa equivalência de poder em relação à música. E se formos considerar a predileção, o apreço por dezenas de músicas, então posso dizer que formei um dicionário completo(!!!). Brincadeiras à parte, essa é uma sucinta declaração sobre o quão me faz bem, em diversos sentidos, saber que o grupo canadense Rush está na ativa desde o final da década de 1960 e eu pude ter o privilégio de descobri-los de uma maneira mais intensa apenas nos últimos 5 anos aproximadamente.  A começar pela melodia do rock mais puro, proporcionado pela excelência na bateria de Neil Peart (infelizmente falecido em 2020), da guitarra de Alex Lifeson e teclado/baixo e vocais de Geddy Lee, em canções que, como apregoa o dito popular, nos fazem "viajar sem sair do lugar", indo para as letras, tão próximas às nossas questões do cotidiano e até mesmo de conjuntura global, ouvir Rush tornou-se praticamente um rito diário para o autor desta postagem e a predil...

Robert Duvall... Sob a Perspectiva de Tom Hagen ("O Poderoso Chefão")

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Inegavelmente, quando nós buscamos uma "referência" em nossa "prateleira" cinematográfica (claro que isso nos tempos de hoje é metafórico!), um dos filmes que vêm à mente é "O Poderoso Chefão", trilogia mais que mundialmente conhecida e aclamada pelos cinéfilos, mesmo aqueles não tão afeitos ao gênero. No filme, lançado na década de 1970, um personagem destacou-se por sua notória importância para a condução dos negócios de Don Corleone (Marlon Brando): o "consigliere" Tom Hagen.  Robert Duvall, que partiu esta semana, viveu este papel, que representava na família Corleone, um conselheiro de grande confiança. Advogado de profissão, para cada demanda do Godfather, representava o lado mais racional, analítico, estratégico e diplomático da família, que rivalizava com outras importantes na Nova Iorque dos anos 1940 e 1950, como a Barzini e Tattaglia.  Sua serenidade inclusive representou um contraponto em relação a seu irmão mais velho, Sonny, interpr...

Resenha Literária - "As Pílulas de Santo Cristo" (Editora Essencial)

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O livro "As Pílulas de Santo Cristo" (Editora Essencial), do autor Elói Alves, nos remete a algumas referências características do centro de São Paulo, especialmente presentes na década de 1980. Algumas delas inclusive vieram à memória pois há pouco tempo, escrevi um pequeno texto remetendo à memória de meu pai, resgatando momentos em que o passeio era ambientado nesta região da cidade, destacando-se alguns locais icônicos, alguns dos quais nem mais existem.  A temática ("Pílulas de Cristo") aliás, me trouxe à tona uma modalidade digamos assim, "nostálgica" dos jogos, bem diferentes das atuais "bets", permeadas por tecnologia, efeitos especiais atrativos e promessas de prêmios vultuosos: o jogo das tampinhas. Consiste em montar sobre uma mesa rudimentar (geralmente um empilhamento de dois ou três caixotes de madeira, um "tabuleiro" contendo três formas ou tampinhas de aço, nas quais esconde-se uma bolinha e aposta-se determinado valor p...