Dia Mundial da Liberdade - 09 de Novembro
A placa abaixo corresponde à da Estação Liberdade, uma das estações que compõem o ramal Norte-Sul (Linha Azul) do metrô de São Paulo, captial.
Mas citamos o Bairro da Liberdade em São Paulo, onde a estação atual Japão-Liberdade está situada, justamente por conta de um fato histórico: um soldado negro chamado Francisco José das Chagas, liderou um levante por salários e igualdade, sendo condenado ao enforcamento por ter se insurgido. No dia da aplicação da pena, a corda da forca arrebentou 2 vezes, impelindo a multidão a entoar a palavra "Liberdade".
A região era chamada de Praça da Pólvora (por causa da Casa da Pólvora) e, depois, de Largo da Forca, na época, mas acabou sendo rebatizada como Largo da Liberdade (e posteriormente Praça da Liberdade), justamente por essa mobilização popular.
Atualmente, o bairro da Liberdade é mais conhecido por ser um reduto da comunidade nipônica (Japão). Sua imigração iniciou-se no ano de 1912, instalando-se inicialmente na Rua Conde de Sarzedas, e posteriormente abrindo pequenas hospedarias, empórios e comércios familiares de produtos típicos (como tofu e manju).
Nas décadas seguintes, o bairro, com chegada de mais imigrantes (inclusive chineses e coreanos), expandiu a influência oriental, sendo por exemplo decorado em muitas de suas ruas com as luminárias chamadas suzuran.
Veja que o conceito de liberdade é muito amplo, mas é tão importante que, a partir de manifestações e apanhados históricos, nos oferece uma história muito rica de um tradicionalíssimo e famoso bairro de São Paulo.
A questão é que este desprendimento de crenças e valores, ao caminhar com a liberdade, pode representar um antagonismo em relação a certos preceitos morais e legais.
Assim sendo, caro leitor... em qual das duas linhas você melhor se adapta? Kant ou Sartre? Experiências empíricas ou responsabilidade pura e simples sob nossas ações?
Também é a palavra que trabalharemos no texto de hoje, dedicado ao Dia Mundial da Liberdade, comemorado em 09 de novembro. A data foi escolhida devido à queda do Muro de Berlim, ocorrida em 09 de novembro de 1989, que simbolizou o fim da divisão da Alemanha e o colapso do bloco comunista na Europa Central e Oriental.
Mas citamos o Bairro da Liberdade em São Paulo, onde a estação atual Japão-Liberdade está situada, justamente por conta de um fato histórico: um soldado negro chamado Francisco José das Chagas, liderou um levante por salários e igualdade, sendo condenado ao enforcamento por ter se insurgido. No dia da aplicação da pena, a corda da forca arrebentou 2 vezes, impelindo a multidão a entoar a palavra "Liberdade".
A região era chamada de Praça da Pólvora (por causa da Casa da Pólvora) e, depois, de Largo da Forca, na época, mas acabou sendo rebatizada como Largo da Liberdade (e posteriormente Praça da Liberdade), justamente por essa mobilização popular.
Atualmente, o bairro da Liberdade é mais conhecido por ser um reduto da comunidade nipônica (Japão). Sua imigração iniciou-se no ano de 1912, instalando-se inicialmente na Rua Conde de Sarzedas, e posteriormente abrindo pequenas hospedarias, empórios e comércios familiares de produtos típicos (como tofu e manju).
Nas décadas seguintes, o bairro, com chegada de mais imigrantes (inclusive chineses e coreanos), expandiu a influência oriental, sendo por exemplo decorado em muitas de suas ruas com as luminárias chamadas suzuran.
Veja que o conceito de liberdade é muito amplo, mas é tão importante que, a partir de manifestações e apanhados históricos, nos oferece uma história muito rica de um tradicionalíssimo e famoso bairro de São Paulo.
Transcendendo do termo ligado ao bairro para o substantivo comum abstrato, a liberdade pressupõe tomada de decisões sem julgamento, ações regidas prioritariamente pela vontade e expressão quase irrestrita de pensamentos. Ademais (e isso é um objetivo de muitas pessoas como propósito de vida), ter a chamada "liberdade geográfica" e de tempo, para reger a própria trajetória profissional.
Na visão de grandes filósofos ou escritores, ela pode tomar conceitos diferentes. Na acepção de Jean-Paul Sartre, a essência humana já pressupõe que tenhamos liberdade e com isso, assumimos total responsabilidade por aquilo que tomamos decisão.
A questão é que este desprendimento de crenças e valores, ao caminhar com a liberdade, pode representar um antagonismo em relação a certos preceitos morais e legais.
Por outro lado, existe a linha de Kant (Immanuel Kant), filósofo alemão iluminista do século XVIII, que ao mesmo tempo defendia a mente como "uma folha em branco", aberta para colher experiências práticas por meio dos sentidos, e também a constituição do conhecimento por meio da razão e lógica. Ou seja, uniu duas vertentes de pensamento (racionalismo e empirismo) para embasar sua crença acerca da liberdade.
Aqui você tem total liberdade para opinar e celebrar o dia mundial deste conceito tão importante e fundamental à existência humana.
Até a próxima postagem, pessoal!








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